Ler assim é bem mais gostoso e...
... na companhia dos amigos,
fica melhor ainda!
Por esse motivo, a Biblioteca Dr. Hermann Blumenau propõe o "Dia da Leitura na Escola", a saber:
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.
Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.
Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha: [...] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.
Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.
Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem. Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.
Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável.
A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina
Professora de Língua Portuguesa e Redação
Ditados populares que a gente fala errado (e às vezes nem entende o sentido)... na pressa, as pessoas foram comendo as palavras, pronunciando errado.
Prof. Pasquale Cipro Neto
1) No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro' (coisa de mineiro) . Correto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'
2) Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.' Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'
3) Cor de burro quando foge.' O correto é: 'Corro de burro quando foge!'
4) Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.' O correto é: Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar). Outro que todo mundo diz errado,
5) Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara, Itália, onde se considera haver o mais perfeito mármore)
6) Mais um famoso... 'Quem não tem cão, caça com gato.' O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato'... ou seja, sozinho!
Aconteceu a FEIRA DE LIVROS (Flávia Livros e Histórias) no período de 05 a 09 de julho com stands de venda de livros e contação de histórias.
As histórias contadas foram em homenagem aos 90 anos da boneca “Emília”, de Monteiro Lobato.
A contação de histórias aconteceu em alguns espaços da escola. Aqui na biblioteca, na brinquedoteca e em algumas salas de aula. Foi um sucesso!

Há mais de 20 anos desenvolvo atividades com leitura. Certa vez, uma professora me falou que um aluno seu não gostava de ler e que jamais havia se interessado por livros. Num destes momentos de leitura, resolvi ler uma história para o grupo. Enquanto outros ouviam, ele apenas ficava apático, isolado. Observei que ele desviava o olhar do livro que estava em minhas mãos. Eu gesticulava, ria e ele não se manifestava. De repente, ao mostrar uma das ilustrações, percebi que ele voltou seus olhos para o livro e continuou assim até o final da história. Perguntei aos alunos se queriam falar algo sobre o que ouviram. Muitos participaram. Então esperei para ver se mais alguém se manifestava. Para nossa surpresa, ele levantou a mão e disse: “Prô, volta naquela página.” Então perguntei o que tinha chamado a sua atenção. Ele me disse: “Aquela figura da lua...”
MARIA DE FÁTIMA BAUMGÄRTNER|Professora 02/07/2010 N° 11981 - ARTIGO - Publicado: Jornal de Santa Catarina
Fonte: http://www.jornalofarol.com.br/ver-noticia.asp?codigo=4720
José Saramago
05 de Junho - Semana do Meio Ambiente
Na semana do meio ambiente, vamos tentar ser mais conscientes em relação a utilização da água. São dicas simples mais que fazem toda a diferença! Comece por você...
Banheiro:
Elimine Vazamentos:
Não deixe a torneira pingando:
Use a vassoura, e não a mangueira, para varrer a calçada:
Use os dois lados de uma folha de papel:
Diminua o tempo do banho:
Índice de Pobreza:
Os números indicam uma tendência definitiva. Seja no Brasil ou em qualquer outro país do mundo, é evidente a importância que a Internet passou a ter no dia-a-dia das pessoas. Vivemos em um mundo cada vez mais conectado e as redes sociais são um bom exemplo disso. Orkut, Facebook, Twitter e tantas outras são acessadas diariamente por milhares de
Nos últimos quatro anos, portanto, o mundo presenciou um grande avanço em relação ao uso das tecnologias. No entanto, a maior parcela da população do planeta ainda não tem acesso à rede, seja por questões financeiras, falta de interesse ou conhecimento. Segundo a Internet World Stats, em dezembro de 2009, 73,4% da população mundial ainda não acessava a web.
Até o início da Era Vargas (1930-1945) eram comuns nas grandes cidades brasileiras certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris (o que não constituía, no entanto, um grupo político muito forte, dada a pouca industrializaçãodo país). Esta movimentação operária tinha se caracterizado
em um primeiro momento por possuir influências do
anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo (uma espécie de "ideologia" que não está interessada na desconstrução do capital, mas em sua colaboração com o trabalho). O trabalhismo foi usado pela propaganda do regime varguista como um instrumento de controle das massas urbanas: isto se vê refletido na forma como o trabalho é visto cada vez mais como um valor. Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, trasnforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalho. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalho passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradiconalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PTB) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casas próprias e similares. Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalho, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Fonte: Wikipédia.org
A data está próxima, no dia 18 de Abril é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil. Você sabe porquê? Não, então fique sabendo, pois é a data de nascimento de um dos principais escritores de literatura infantil do Brasil, Monteiro Lobato! Ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperou os costumes e lendas do folclore nacional. E não parou por aí, misturou todos eles com elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema. Ler um livro de Monteiro Lobato ou qualquer outro é entrar em um mundo novo e explorá-lo! O livro é mágico por isso, pois nos permite viajar para lugares inacreditáveis.
Se você ainda não viajou nas aventuras mágicas dos livros, não perca mais tempo, comece agora mesmo.
O Brasil perdeu 12 posições no índice de educação feito pela Unesco, o braço da ONU (Organização das Nações Unidas) para a educação e a cultura. A queda, do 76º para o 88º lugar entre 128 países, ocorreu principalmente em razão da piora no índice de crianças que chegam até a quarta série. Segundo a Unesco, de 80,5%, em 2005, o percentual caiu em 2007 para 75,6%.
Com isso, o IDE (Índice de Desenvolvimento Educacional) do Brasil, caiu de 0,901 para 0,883 em uma escala de 0 a 1, o menor entre todos os países do Mercosul. Isso mantém o país em um patamar considerado mediano pela Unesco.
O IDE é composto pelas taxas de alfabetização de adultos, igualdade de gênero, matrícula na educação primária e sobrevivência na escola até a quinta série -no caso do Brasil, foi considerado o dado relativo à quarta série. Os primeiros lugares ficaram com Noruega, Japão e Alemanha. Os últimos, com Etiópia, Mali e Niger, todos no continente africano. Ler Mais: Folha de S.Paulo
Está comprovado que as crianças que lêem e escrevem mais são melhores na leitura e na escrita. E escrevendo posts de blogs, atualizações de status, mensagens de texto, mensagens instantâneas, e todas as coisas semelhantes, motivam crianças a ler e escrever.
No mês passado, o "The Nacional Literancy Trust", Fundo Nacional de Alfabetização do Reino Unido, divulgou o resultado de uma pesquisa com 3 mil crianças. Eles observaram a correlação entre o engajamento das crianças com as mídias sociais e seu conhecimento da leitura e da escrita.
No resultado eles perceberam que as mídias sociais têm ajudado as crianças a se tornarem mais literatas. Além disso, a Eurostat, organização estatística da Comissão Europeia, recentemente publicou uma matéria mostrando a correlação entre educação e atividade online, que indicou que a atividade online aumentou com o nível de atividade formal (os fatores sócio-economicos estão, é claro, influenciando potencialmente). Ler Mais: Folha Online
As origens do termo Páscoa
O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data lembrava a ressurreição de Jesus Cristo acontecida na Páscoa. A data é fixada no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março). Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa ou Semana da Paixão.
A História do coelhinho da Páscoa e dos ovos de chocolate
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas. Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias, etc), também estão neste contexto de fertilidade e da vida. Relacionando-o com a Páscoa, pode-se dizer que, assim como Cristo irrompeu do túmulo, o pintinho rompe a casca e surge para a vida. Fonte:
www.suapesquisa.comFELIZ PÁSCOA!
Ler
É o melhor remédio.
Leia jornal
Leia outdoor
Leia letreiros da estação de trem
Leia os preços do supermercado
Leia alguém.
Ler
É a maior comédia.
Leia etiquetas jeans
Leia história em quadrinhos
Leia a continha do bar
Leia a bula de remédio
Leia a página do ano passado
Perdida no canto da pia
Enrolando chuchus.
(...)
Leia a vida.
Leia os olhos, leia as mãos,
os lábios e os desejos das pessoas.
Leia a interação
Que ocorreu ou não
Entre física, geografia, informática,
Trabalho, miséria e chateação.
Leia as possibilidades.
Leia ainda mais as esperanças.
Leia o que der na telha
Mas leia
E as idéias virão.
(Luis Fernando Veríssimo)