23 de mar. de 2012

22 de Março

Dia Mundial da Água

 



12 de mar. de 2012



“Que é a poesia?  Uma ilha cercada de palavras por todos os lados”
O Dia Nacional da Poesia, não por acaso, coincide com a comemoração do nascimento do grande escritor baiano Castro Alves. Poeta do Romantismo, foi autor de belíssimas obras, como o “Navio Negreiro” e “Espumas Flutuantes”. Sua arte era movida pelo amor e pela luta por liberdade e justiça.


29 de fev. de 2012


Enfim, o badalado tablet chega à sala de aula

Escolas brasileiras de ponta começam a testar o dispositivo, obedecendo a duas pregações de especialistas: preparar professores para o uso da tecnologia e transformar a máquina em ferramenta pedagógica.
Nathalia Goulart

No retorno à escola após as férias de julho, estudantes do nono ano do Colégio Visconde de Porto Seguro, em São Paulo, cercaram a professora de ciências Sandra Gruenwald Peres com única pergunta: quando começariam as aulas sobre tabela periódica. A razão para tamanha ansiedade é o fato de que o conteúdo de química, tradicionalmente abordado a partir de um cartaz afixado na parede, passaria a ser apresentado com ajuda de um novo aliado da educação: o tablet. Com o dispositivo em mãos, alunos de 14 anos interagem com representações gráficas dos elementos químicos, exibidos em movimento e até em terceira dimensão. “Conseguimos despertar o interesse dos alunos por um assunto considerado desinteressante pela maioria. É uma vitória”, diz Sandra. Os resultados da introdução de cem tablets em sala de aula serão avaliados até o fim do ano. Mas o colégio já tem uma certeza: “É um caminho sem volta, pois a nova geração demanda também da escola a adoção de tecnologias de ponta”, diz Renata Guimarães Pastore, diretora de tecnologia da educação, divisão recém-criada pelo Porto Seguro para lidar com o assunto.
“Graças a dispositivos como tablets e smartphones, é possível, pela primeira vez, unir de maneira tão integrada o mundo dentro e fora da escola”, sentencia Christopher Dede, professor da Faculdade de Educação da Universidade Harvard e especialista em tecnologia. Trata-se, portanto, de uma grande oportunidade para a educação – não há por que duvidar. Os tablets são portáteis, permitem consumir, produzir e compartilhar conteúdos como textos, fotos e vídeos, possibilitam interatividade e conexão à internet. Tudo isso pode significar uma transformação para a velha escola, praticamente estacionada no século XIX, com quadros negros e aulas expositivas. A despeito disso, o tablet não deve ser encarado como uma panaceia para a área de educação. Para que a maquininha dê frutos, concordam especialistas, é preciso conferir a ela uso e conteúdo pedagógicos.
“Sou a favor do uso de tablets na escola, mas não sem salientar que eles precisam ser utilizados de maneira inteligente”, pontua Christopher Quintana, professor da Universidade de Michigan e também especialista em tecnologia. “Não se trata apenas de usar uma nova tecnologia. O trabalho da escola deve ser envolvê-la em seu projeto pedagógico e determinar objetivos claros para a ferramenta”, acrescenta o especialista. O desafio de transformar máquinas em ferramentas educacionais não é novo. Ele ocupa a escola há pelo menos uma década, quando os computadores passaram a integrar a realidade acadêmica. É a partir dessa experiência que pesquisadores, no Brasil e no mundo, apontam caminhos para os novos aparatos, como os tablets que, cedo ou tarde, chegarão às mãos dos estudantes.
Ainda faltam evidências científicas de que o uso da tecnologia como recurso pedagógico provoque impactos positivos significativos no desempenho acadêmico. Mas já se sabe que, com a ajuda de um computador, estudantes desenvolvem análise crítica, capacidade de pesquisa e conhecimento tecnológico mais apurados. “A tecnologia não garante por si só a transmissão de conhecimento. É a forma como ela é usada pelo professor que determina o valor que de fato ela vai agregar”, diz Simão Pedro Marinho, coordenador do programa de pós-graduação da PUC-Minas e assessor pedagógico do programa Um Computador Por Aluno (UCA), projeto-piloto que pretende levar um notebook para cada estudante da rede pública de ensino básico.
Outro ponto essencial para o sucesso da inserção da tecnologia é o treinamento dos professores. Ou seja: é preciso preparar os mestres para que eles explorem ao máximo os recursos da máquina com seus alunos. Nesse quesito, por exemplo, o sistema público de educação nacional tem mostrado falhas. Pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que 75% dos professores da rede pública dependem principalmente de contatos informais para buscar aprimoramente sobre tecnologia aplicada à educação. Em outras palavras, não há orientação formal. O docente depende principalmente de sua motivação pessoal e da ajuda de colegas para aprender algo sobre o uso do computador e da web. “Se não há orientação institucional, é difícil tirar o professor de sua zona de conforto. Essa acomodação muitas vezes é reflexo de sua posição de funcionário público. A escola particular cobra que seu professor se atualize ou ele é demitido. A escola pública não dispõe desse mecanismo”, diz Marinho.
De olho nas pregações dos pesquisadores, Porto Seguro e Dante Alighieri, também de São Paulo, trataram de cuidar do destino que darão a seus tablets e do treinamento dos professores. O primeiro convidou os professores que se sentiam mais à vontade com o dispositivo eletrônico à mão para discutir os rumos pedagógicos do processo. “Com eles, desenhamos os primeiros passos desse projeto-piloto”, diz Bianca Santana, professora e coordenadora de tecnologia da educação. Até o fim deste ano, os mestres desenvolverão conteúdos de aula com ajuda de aplicativos oferecidos na AppStore, a loja de aplicativos da Apple. Simultaneamente, estão em produção 200 aplicativos feitos sob medida, desenvolvidos a partir da orientação dos professores, em áreas como língua portuguesa, química, física e matemática. No futuro, os programas serão oferecidos gratuitamente a outras instituições que quiserem fazer uso deles.
Outro projeto em curso é capacitação dos alunos, que ajudarão na construção dos aplicativos. Para isso, serão oferecidas oficinas de programação aos interessados. Inicialmente, os tablets serão usados nas classes do fundamental II (sexto a nono ano) e do ensino médio. “Temos que acabar com a ideia de que a escola é sempre a última a incorporar as novas tecnologias. Precisamos dialogar mais com nossos alunos”, resume Bianca.
O Dante Alighieri preferiu focar apenas nos estudantes do ensino médio para inicar o trabalho com tablets. Mas também firmou parcerias com empresas de tecnologia para a criação de aplicativos customizados que atendam às exigências de seus professores e estudantes. “Queremos extrair o melhor desse dispositivo, explorando todo o seu potencial de interatividade e portabilidade”, diz Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia da escola. Nos Estados Unidos, a prática também tem ganhado força. Somente a prefeitura de Nova York comprou 2.000 iPads para as escolas de áreas vulneráveis, como o Bronx. Já a Coreia do Sul, um dos melhores sistemas de educação do mundo segundo avaliações internacionais, anunciou que, em 2015, pretende abandonar os livros escolares impressos e fazer do tablet ferramenta essencial de aprendizagem. Em todos os casos, vale o mesmo alerta: “O tablet ou o computador só servem se forem inseridos em um contexto de reforma educacional”, diz Mark Warschauer, professor da Faculdade de Educação da Universidade da Califórnia. “Se esses aparelhos são jogados na escola sem um projeto pedagógico forte, nenhum resultado positivo será aferido.”

22 de nov. de 2011

INSPIRAÇÕES...

Inspiração da semana: Leia um livro! (ou dois, ou três, ou quatro...)

Você consegue lembrar,quantos livros leu em 2011? Em época de final de ano, essa é uma boa métrica para analisar e traçar desafios futuros, né? Que tal ter como meta aumentar a sua quantidade de leitura para o ano que vem?

7 de out. de 2011

12 de Outubro: Dia das crianças!

Muito além da boneca, do carrinho e da bola

Há noventa anos, as crianças ganharam um espaço no calendário brasileiro: 12 de outubro. O Dia das Crianças foi definido pela lei federal proposta por um político carioca, o deputado federal Galdino do Valle Filho, de quem se sabe muito pouco hoje, exceto que dá nome a uma escola em Nova Friburgo, Rio de Janeiro. A data ficou 40 anos perdida no meio do calendário, até que uma fábrica de brinquedos decidiu lembrar aos pais que os pequenos tinham um dia reservado só para eles. Com anúncios em jornais e na televisão, a empresa lembrava que a melhor maneira de homenageá-los era dar o que meninos e meninas mais gostam: brinquedos. Para o comércio, a data só perde em importância para o Natal. Mas, naturalmente, as crianças têm direito a muito mais do que isso. Em 1959, o Brasil assinou na ONU a declaração de direito delas: educação, alimentação, saúde, família e, claro, recreação. Mas nada disso faz sentido se não for obedecido outro artigo dessa declaração.“Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão.”

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16 de set. de 2011

21 de Setembro – Dia da Árvore!

Uma árvore absorve, em média 22kg de CO² por dia!

Plante uma Árvore!

Cuide do Planeta!

18 de ago. de 2011

Best-sellers editados no país custam mais que originais

Folha de S. Paulo - Marcelo Maraninchi - 03/08/2011 - Há mais de dez semanas no topo da lista de mais vendidos, "A Guerra dos Tronos" custa R$ 49,90 em português (Leya). Em edição de bolso --no original, em inglês--, o livro de George R. R. Martin sai por R$ 19 (Random House). A diferença de R$ 30 (mais de 60%) ilustra um fenômeno que se intensificou com a queda do dólar: dos dez livros mais vendidos na categoria ficção, nove têm edição original, disponível nas prateleiras brasileiras, mais barata do que a impressa no país. A disparidade ocorre apesar da imunidade tributária para o papel, prevista na Constituição, e de iniciativas similares. Em 2004, as alíquotas de PIS e Cofins foram zeradas, e o livro, desonerado em 4,3%, segundo a CBL (Câmara Brasileira do Livro). A compra de direitos autorais (cerca de 10% do preço final), o investimento em tradução e até a diferença dos idiomas pesam no preço. O número de páginas de um romance escrito em inglês aumenta cerca de 20% após traduzido, diz o diretor editorial da Leya, Pascoal Soto. A tradutora Denise Bottmann discorda. "Talvez aumente 5% ou 10%, mas muitas vezes nossa mancha é maior que no original ou o espaço entre linhas é menor." Editor da Sextante, Tomás Pereira reconhece a discrepância dos preços. "O livro nacional é, de forma geral, caro para o poder aquisitivo do brasileiro e acima do padrão internacional", diz. Tiragem Segundo editoras e especialistas, outra razão para que os estrangeiros sejam mais competitivos é a tiragem inicial, que tende a ser superior nos EUA e na Europa. Pesquisa da CBL e do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) revela que a produção média no país é de 7.000 exemplares por título. Entidades como AAP (Association of American Publishers), BISG (Book Industry Study Group) e Book Web dizem ser muito difícil precisar a tiragem média nos EUA, devido ao gigantismo do mercado. O ganho de escala é possível com uma expectativa melhor de vendas. Mais Informações: Folha de S. Paulo

Bienal do Livro do Rio de Janeiro

A Bienal do Livro Rio é um dos maiores eventos literários do país, um grande encontro que tem o livro como astro principal. De 1º a 11 de setembro de 2011 no Riocentro - Av. Salvador Allende, nº 6.555 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. São 28 anos de uma bem-sucedida realização cultural e empresarial. Em 1983, nos salões do Hotel Copacabana Palace, numa área de cerca de 1 mil m², foi montada a I Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Dois anos depois, o cenário foi transferido para o São Conrado Fashion Mall. Em 1987, a Bienal do Livro chegou ao Riocentro, com 15 mil m², para tornar-se o acontecimento editorial mais importante do país nos anos ímpares e um evento cultural de mobilização nacional. Site.

Pesquisa revela que venda de livros no Brasil cresceu 13% em 2010

Jornal do Brasil - 16.08.2011 O brasileiro, em 2010, comprou mais livros do que em 2009. Segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE/USP), o aumento de exemplares vendidos foi de 13%. Isso impulsionou o faturamento do setor editorial, que cresceu 8% e alcançou a casa dos R$ 4,5 bilhões. Este ganho de escala permitiu a manutenção da tendência da queda do preço médio do livro vendido, observada desde 2004, com um recuo em 2010 de 4,42%.

A pesquisa detectou que o número de exemplares vendidos cresceu de 387.149.234, em 2009, para 437.945.286, em 2010. No ano passado, foram publicados 54.754títulos, que representam um aumento de 24,97% em relação a 2009, sendo 18.712 títulos novos. Ou seja, o editor tem apostado no aumento da diversidade da oferta.

Dentre os canais de comercialização de livros, o que mais cresceu, proporcionalmente, foi a venda por porta a porta/catálogos: passou de 16,65% para 21,66% do mercado em número de exemplares. Porém, em termos de faturamento, as livrarias continuam na liderança, com 62,70% do mercado.

Ler mais:Jornal do Brasil

24 de jul. de 2011

Estamos esperando por você com muitas novidades...

4 de jul. de 2011

17 de jun. de 2011

Alguns dos momentos da "contação de histórias" que aconteceram aqui na biblioteca...

16 de jun. de 2011

"Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria".
Jorge Luis Borges

Leia sempre...

Leia para e com seus amigos, pais, filhos e netos porque o importante é ler sempre!

Ler
É o melhor remédio.
Leia jornal
Leia outdoor
Leia letreiros da estação de trem
Leia os preços do supermercado
Leia alguém.

Ler
É a maior comédia.
Leia etiquetas jeans
Leia história em quadrinhos
Leia a continha do bar
Leia a bula de remédio
Leia a página do ano passado
Perdida no canto da pia
Enrolando chuchus.

(...)
Leia a vida.
Leia os olhos, leia as mãos,
os lábios e os desejos das pessoas.
Leia a interação
Que ocorreu ou não
Entre física, geografia, informática,
Trabalho, miséria e chateação.

Leia as possibilidades.
Leia ainda mais as esperanças.
Leia o que der na telha
Mas leia
E as idéias virão.

(Luis Fernando Veríssimo)

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Escola Barão, uma escola para a vida toda!

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