18 de mai. de 2012

Curiosidades...


  • Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia;
  • Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas;
  • Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então;
  • Machado de Assis era miope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Nova Friburgo. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina (Carolina Augusta Xavier de Novaes);
  • Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos.

16 de mai. de 2012

Maicon Tenfen lança livros neste sábado


A história de amor e ódio com a leitura começou bem cedo para ele. Foram os coloridos desenhos e os diálogos curtos das histórias em quadrinhos que iniciaram Maicon Tenfen na leitura e mais tarde, na literatura. Assim que aprendeu a ler, se interessou pelos quadrinhos que confessa colecionar até hoje. Prestes a lançar seu 13º e 14º livros, Tenfen revela que não gosta de campanhas de incentivo à leitura e que nem todos os bons leitores são boas pessoas. 
Polêmico e audacioso, o escritor e professor de Letras da Furb lança neste sábado os títulos: Ler é uma Droga!, compilação de 49 crônicas sobre livros e leitura publicadas no Jornal de Santa Catarina e no Diário Catarinense, e O Conto do Cão Paladino, escrito em 1999. 

"Um prazeroso vício que nos rouba tempo e sossego, que pode nos jogar na sarjeta, no fundo do poço. Tá a fim?". O texto da sinopse de Ler é uma Droga! informa ao leitor desavisado do que se trata o livro de Tenfen com as crônicas que provocaram as mais diversas reações.

— Havia os que amavam e os que odiavam. Muito mais os que odiavam — conta Tenfen sobre a reação das pessoas as crônicas publicadas nos dois jornais do Grupo RBS. 

Durante muitos anos, a rotina diária de professor e escritor foi modificada para que seus textos pudessem ser escritos. No horário de folga, entre uma atividade e outra, mas principalmente durante as madrugadas, as letras e os pensamentos fizeram companhia a Tenfen na hora de escrever. O escritor publicou durante quatro anos de segunda a sexta-feira as crônicas no Jornal de Santa Catarina. Hoje, segue apenas com a coluna semanal no Diário Catarinense. 

Maicon lançou seu primeiro livro quando tinha apenas 20 anos, mas começou a escrever aos 17, quando ainda era estudante de Letras. De lá para cá, não largou mais o viciante prazer de escrever que rendeu-lhe vários frutos. Com os dois livros que serão lançados neste sábado, Tenfen contabiliza 14 obras no currículo. 

O Conto do Cão Paladino teve de esperar 13 anos para ser publicado em formato de livro. Na época, o jornal A Comarca, de Ituporanga — cidade natal do escritor —, publicou em capítulos a ficção, dedicada à Fernanda, filha única do autor. Em 76 páginas, Tenfen conta o estranho caso de um motorista de ônibus que recebe a visita fantasmagórica de seu cão Fred, companheiro de infância.

Ler é uma Droga! e O Conto do Cão Paladino - Na Livraria e Papelaria Blulivro, Rua XV de Novembro, 759, Centro, Blumenau. Lançamento dos livros de Maicon Tenfen, ambos publicados pela Edifurb. Sábado, 10h.



28 de abr. de 2012

1° de Maio - Dia do Trabalho


Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.
Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.
Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.

19 de abr. de 2012

19 de Abril - Dia do Índio


O Dia do índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México.

Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América.

O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril.

29 de mar. de 2012

Dia da Leitura

HORA DO PLANETA


Está chegando a hora de se unir a milhões de pessoas no mundo para mostrar sua preocupação com o meio ambiente. Março é o mês da Hora do Planeta, o movimento global promovido pela Rede WWF em que a população de países do mundo inteiro apaga as luzes em um ato simbólico contra o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.
         



O QUE É?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos. 

QUANDO?
Sábado, dia 31 de março (sábado), das 20h30 às 21h30. Apague as luzes e participe da Hora do Planeta 2012.

ONDE?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2011, mais de um bilhão de pessoas em todo mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.


Acesse e participe!

23 de mar. de 2012

22 de Março

Dia Mundial da Água

 



12 de mar. de 2012



“Que é a poesia?  Uma ilha cercada de palavras por todos os lados”
O Dia Nacional da Poesia, não por acaso, coincide com a comemoração do nascimento do grande escritor baiano Castro Alves. Poeta do Romantismo, foi autor de belíssimas obras, como o “Navio Negreiro” e “Espumas Flutuantes”. Sua arte era movida pelo amor e pela luta por liberdade e justiça.


29 de fev. de 2012


Enfim, o badalado tablet chega à sala de aula

Escolas brasileiras de ponta começam a testar o dispositivo, obedecendo a duas pregações de especialistas: preparar professores para o uso da tecnologia e transformar a máquina em ferramenta pedagógica.
Nathalia Goulart

No retorno à escola após as férias de julho, estudantes do nono ano do Colégio Visconde de Porto Seguro, em São Paulo, cercaram a professora de ciências Sandra Gruenwald Peres com única pergunta: quando começariam as aulas sobre tabela periódica. A razão para tamanha ansiedade é o fato de que o conteúdo de química, tradicionalmente abordado a partir de um cartaz afixado na parede, passaria a ser apresentado com ajuda de um novo aliado da educação: o tablet. Com o dispositivo em mãos, alunos de 14 anos interagem com representações gráficas dos elementos químicos, exibidos em movimento e até em terceira dimensão. “Conseguimos despertar o interesse dos alunos por um assunto considerado desinteressante pela maioria. É uma vitória”, diz Sandra. Os resultados da introdução de cem tablets em sala de aula serão avaliados até o fim do ano. Mas o colégio já tem uma certeza: “É um caminho sem volta, pois a nova geração demanda também da escola a adoção de tecnologias de ponta”, diz Renata Guimarães Pastore, diretora de tecnologia da educação, divisão recém-criada pelo Porto Seguro para lidar com o assunto.
“Graças a dispositivos como tablets e smartphones, é possível, pela primeira vez, unir de maneira tão integrada o mundo dentro e fora da escola”, sentencia Christopher Dede, professor da Faculdade de Educação da Universidade Harvard e especialista em tecnologia. Trata-se, portanto, de uma grande oportunidade para a educação – não há por que duvidar. Os tablets são portáteis, permitem consumir, produzir e compartilhar conteúdos como textos, fotos e vídeos, possibilitam interatividade e conexão à internet. Tudo isso pode significar uma transformação para a velha escola, praticamente estacionada no século XIX, com quadros negros e aulas expositivas. A despeito disso, o tablet não deve ser encarado como uma panaceia para a área de educação. Para que a maquininha dê frutos, concordam especialistas, é preciso conferir a ela uso e conteúdo pedagógicos.
“Sou a favor do uso de tablets na escola, mas não sem salientar que eles precisam ser utilizados de maneira inteligente”, pontua Christopher Quintana, professor da Universidade de Michigan e também especialista em tecnologia. “Não se trata apenas de usar uma nova tecnologia. O trabalho da escola deve ser envolvê-la em seu projeto pedagógico e determinar objetivos claros para a ferramenta”, acrescenta o especialista. O desafio de transformar máquinas em ferramentas educacionais não é novo. Ele ocupa a escola há pelo menos uma década, quando os computadores passaram a integrar a realidade acadêmica. É a partir dessa experiência que pesquisadores, no Brasil e no mundo, apontam caminhos para os novos aparatos, como os tablets que, cedo ou tarde, chegarão às mãos dos estudantes.
Ainda faltam evidências científicas de que o uso da tecnologia como recurso pedagógico provoque impactos positivos significativos no desempenho acadêmico. Mas já se sabe que, com a ajuda de um computador, estudantes desenvolvem análise crítica, capacidade de pesquisa e conhecimento tecnológico mais apurados. “A tecnologia não garante por si só a transmissão de conhecimento. É a forma como ela é usada pelo professor que determina o valor que de fato ela vai agregar”, diz Simão Pedro Marinho, coordenador do programa de pós-graduação da PUC-Minas e assessor pedagógico do programa Um Computador Por Aluno (UCA), projeto-piloto que pretende levar um notebook para cada estudante da rede pública de ensino básico.
Outro ponto essencial para o sucesso da inserção da tecnologia é o treinamento dos professores. Ou seja: é preciso preparar os mestres para que eles explorem ao máximo os recursos da máquina com seus alunos. Nesse quesito, por exemplo, o sistema público de educação nacional tem mostrado falhas. Pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que 75% dos professores da rede pública dependem principalmente de contatos informais para buscar aprimoramente sobre tecnologia aplicada à educação. Em outras palavras, não há orientação formal. O docente depende principalmente de sua motivação pessoal e da ajuda de colegas para aprender algo sobre o uso do computador e da web. “Se não há orientação institucional, é difícil tirar o professor de sua zona de conforto. Essa acomodação muitas vezes é reflexo de sua posição de funcionário público. A escola particular cobra que seu professor se atualize ou ele é demitido. A escola pública não dispõe desse mecanismo”, diz Marinho.
De olho nas pregações dos pesquisadores, Porto Seguro e Dante Alighieri, também de São Paulo, trataram de cuidar do destino que darão a seus tablets e do treinamento dos professores. O primeiro convidou os professores que se sentiam mais à vontade com o dispositivo eletrônico à mão para discutir os rumos pedagógicos do processo. “Com eles, desenhamos os primeiros passos desse projeto-piloto”, diz Bianca Santana, professora e coordenadora de tecnologia da educação. Até o fim deste ano, os mestres desenvolverão conteúdos de aula com ajuda de aplicativos oferecidos na AppStore, a loja de aplicativos da Apple. Simultaneamente, estão em produção 200 aplicativos feitos sob medida, desenvolvidos a partir da orientação dos professores, em áreas como língua portuguesa, química, física e matemática. No futuro, os programas serão oferecidos gratuitamente a outras instituições que quiserem fazer uso deles.
Outro projeto em curso é capacitação dos alunos, que ajudarão na construção dos aplicativos. Para isso, serão oferecidas oficinas de programação aos interessados. Inicialmente, os tablets serão usados nas classes do fundamental II (sexto a nono ano) e do ensino médio. “Temos que acabar com a ideia de que a escola é sempre a última a incorporar as novas tecnologias. Precisamos dialogar mais com nossos alunos”, resume Bianca.
O Dante Alighieri preferiu focar apenas nos estudantes do ensino médio para inicar o trabalho com tablets. Mas também firmou parcerias com empresas de tecnologia para a criação de aplicativos customizados que atendam às exigências de seus professores e estudantes. “Queremos extrair o melhor desse dispositivo, explorando todo o seu potencial de interatividade e portabilidade”, diz Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia da escola. Nos Estados Unidos, a prática também tem ganhado força. Somente a prefeitura de Nova York comprou 2.000 iPads para as escolas de áreas vulneráveis, como o Bronx. Já a Coreia do Sul, um dos melhores sistemas de educação do mundo segundo avaliações internacionais, anunciou que, em 2015, pretende abandonar os livros escolares impressos e fazer do tablet ferramenta essencial de aprendizagem. Em todos os casos, vale o mesmo alerta: “O tablet ou o computador só servem se forem inseridos em um contexto de reforma educacional”, diz Mark Warschauer, professor da Faculdade de Educação da Universidade da Califórnia. “Se esses aparelhos são jogados na escola sem um projeto pedagógico forte, nenhum resultado positivo será aferido.”

22 de nov. de 2011

INSPIRAÇÕES...

Inspiração da semana: Leia um livro! (ou dois, ou três, ou quatro...)

Você consegue lembrar,quantos livros leu em 2011? Em época de final de ano, essa é uma boa métrica para analisar e traçar desafios futuros, né? Que tal ter como meta aumentar a sua quantidade de leitura para o ano que vem?

7 de out. de 2011

12 de Outubro: Dia das crianças!

Muito além da boneca, do carrinho e da bola

Há noventa anos, as crianças ganharam um espaço no calendário brasileiro: 12 de outubro. O Dia das Crianças foi definido pela lei federal proposta por um político carioca, o deputado federal Galdino do Valle Filho, de quem se sabe muito pouco hoje, exceto que dá nome a uma escola em Nova Friburgo, Rio de Janeiro. A data ficou 40 anos perdida no meio do calendário, até que uma fábrica de brinquedos decidiu lembrar aos pais que os pequenos tinham um dia reservado só para eles. Com anúncios em jornais e na televisão, a empresa lembrava que a melhor maneira de homenageá-los era dar o que meninos e meninas mais gostam: brinquedos. Para o comércio, a data só perde em importância para o Natal. Mas, naturalmente, as crianças têm direito a muito mais do que isso. Em 1959, o Brasil assinou na ONU a declaração de direito delas: educação, alimentação, saúde, família e, claro, recreação. Mas nada disso faz sentido se não for obedecido outro artigo dessa declaração.“Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão.”

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16 de set. de 2011

21 de Setembro – Dia da Árvore!

Uma árvore absorve, em média 22kg de CO² por dia!

Plante uma Árvore!

Cuide do Planeta!

Leia sempre...

Leia para e com seus amigos, pais, filhos e netos porque o importante é ler sempre!

Ler
É o melhor remédio.
Leia jornal
Leia outdoor
Leia letreiros da estação de trem
Leia os preços do supermercado
Leia alguém.

Ler
É a maior comédia.
Leia etiquetas jeans
Leia história em quadrinhos
Leia a continha do bar
Leia a bula de remédio
Leia a página do ano passado
Perdida no canto da pia
Enrolando chuchus.

(...)
Leia a vida.
Leia os olhos, leia as mãos,
os lábios e os desejos das pessoas.
Leia a interação
Que ocorreu ou não
Entre física, geografia, informática,
Trabalho, miséria e chateação.

Leia as possibilidades.
Leia ainda mais as esperanças.
Leia o que der na telha
Mas leia
E as idéias virão.

(Luis Fernando Veríssimo)

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Escola Barão, uma escola para a vida toda!

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