24 de abr. de 2013


História do Descobrimento do Brasil

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 

A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela  Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

Curiosidade...


18 de abr. de 2013


Dia Nacional do Livro Infantil foi criado em homenagem a José Bento Monteiro Lobato. Ele nasceu no dia 18 de abril de 1882 e é considerado o criador da literatura infantil no Brasil. Quem não se lembra do Sítio do Picapau Amarelo, da Emília, da Narizinho, do Pedrinho (meu xará!), da Tia Nastácia, da Dona Benta, do Visconde de Sabugosa e do Marquês de Rabicó? Essas são algumas das criações de Monteiro Lobato que ficarão pra sempre gravadas na memória e no coração da gente.

Para quem não sabe, a literatura infantil surgiu no século XVII, com a finalidade de educar moralmente as crianças. Hoje o papo é outro e muitas coisas mudaram. A literatura, antes de tudo, quer emocionar e levar a galerinha a sonhar.

Já o Dia Internacional do Livro Infantil é comemorado em 2 de abril. A escolha da data homenageia o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. Algumas de suas obras mais conhecidas são “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e “As Roupas Novas do Imperador”.



Ler devia ser proibido!

Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verosimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade. O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova… Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.
Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos. Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos… A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
GUIOMAR DE GRAMMONT

18 de abril - Dia Nacional do Livro Infantil



















Mesmo que você veja meus olhos espalhar oceanos, 
não pense que é de dor. Pois sempre que eu sentir 
muito medo, surgirão heróis invencíveis para me salvar. 
Eles usarão armas secretas do bem, me levarão em viagem 
e eu voarei por cima das casas e das cabeças dos vilões 
mais temidos. Se a força desses guerreiros falhar feio, 
ainda me restarão magos, mágicos e feiticeiros audazes, 
tirando de suas cartolas e de seus chapéus encantados 
verdadeiras maravilhas, como poções milagrosas e raios 
paralisantes. E, daí, estarei livre de todos os perigos. 
Eu sei, não precisa ninguém me dizer, que os finais são 
felizes e, portanto, no fim, o amor vencerá. 
O livro me leva por caminhos. Desde pequeno eu 
aprendi o que é a liberdade.
Eu queria que com você fosse 
assim também.

PEDRO ANTÔNIO DE OLIVEIRA

9 de nov. de 2012

Há 48 anos morria Cecília Meireles...²

E se você é fã de autora ou gostaria de saber mais sobre ela, não deixe de conferir esse especial que o site Educar Para Crescer preparou! Você pode conhecer mais sobre a vida da autora, da sua obra, do seu estilo... Acessa lá! 

Há 48 anos morria Cecília Meireles...

Ela teve uma vida antenada com o seu tempo e o seu País. Cecília Meireles usou a crônica de jornal para fazer os adultos refletirem sobre a Educação das suas crianças - e a poesia, para fazer o público infantil pensar sobre o mundo de cada dia. Também defendeu com unhas e dentes as liberdades da mulher, isso, em uma época onde o papel feminino se resumia à lide doméstica. 

Conheça outros destaques da trajetória dessa brasileira invulgar:
1. Nasceu em 7 de Novembro de 1901:
Carioca, de nome completo Cecília Benevides de Carvalho Meireles, perdeu os pais ainda criança; foi educada por uma de suas avós, mãe de sua mãe, portuguesa dos Açores.

2. Aluna exemplar, desde cedo mostrou interesse por poesia:
Cecília começou a escrever poemas aos 9 anos. Também logo mostrou vontade de ensinar - após concluir o curso da Escola Normal, aos 16 anos, tornou-se professora primária.

3. Os primeiros sonetos foram publicados aos 18 anos:
Eles tinham conteúdo histórico e apareceram no livro "Espectros", Estudante de música, tudo o que escrevia era marcado pela sonoridade e pelo ritmo, recorrendo a assonâncias e aliterações, por exemplo.

4. O primeiro casamento aconteceu em 1922:
Cecília se casou com Fernando Correia Dias, artista plástico português, com quem teve três filhas.

5. Na década de 20, ganhou notoriedade por defender a liberdade, mulher de ativa participação política:
Cecília lutou pelos direitos da mulher, pela imprensa livre e por entender a arte como instrumento a serviço da educação. É dessa período o lançamento de "Criança, meu amor", crônicas sobre o cotidiano infantil (1924).

6. Foi responsável pela coluna diária de educação, no jornal carioca Diário de Notícias, entre 1930 e 1933:
Seu engajamento em favor dos ideais de uma Escola Nova era apaixonado, a ponto de afastá-la da criação poética. Bateu de frente com o governo Getúlio Vargas, que defendia o ensino religioso nas escolas públicas. Foi por sua iniciativa que a primeira biblioteca para crianças acabou sendo aberta no País - o Centro Infantil do Pavilhão Mourisco, no Rio de Janeiro (1934).

7. Em 1939, voltou a publicar poesia ("Viagem"), marco estético em sua carreira:
Pela obra, Cecília Meireles ganhou prêmio de poesia da Academia Brasileira de Letras. A convite da Universidade do Texas, lecionou Literatura e Cultura Brasileiras nos EUA (1940). Viúva, casou pela segunda vez com Heitor Grilo, engenheiro.

8. Nos anos 40, colaborou para o jornal A Manhã, escrevendo sobre folclore para crianças:
Sua poesia ''adulta'' continuou também a chamar a atenção ao publicar ''Vaga Música'', ''Mar Absoluto'' e ''Retrato Natural'', entre outros títulos. Em 1953, após uma viagem a Ouro Preto (MG), escreveu ''Romanceiro da Inconfidência'', obra capital de sua trajetória poética, baseada em episódios da Inconfidência Mineira.

9. Cecília Meireles é reconhecida pela poética "pura":
À medida que o tempo passa, aumenta o seu lugar de destaque nas letras nacionais - é admirada publicamente poetas modernistas, caso de Mario de Andrade e Manuel Bandeira.

10. Em 1964, publicou "Isto ou Aquilo", a obra de poesia infantil mais afamada:
Em 9 de novembro, dois dias após completar 63 anos, morreu na cidade natal, deixando mais de 30 títulos - dois deles, "Inéditos" e "Cânticos", publicados post-mortem.

19 de out. de 2012

Jogos Educativos

Gosta de jogos? E de literatura? Que tal unir os dois em um só lugar?!
É o que a equipe do site Nova Escola fez!

No jogo da literatura você deve relacionar dez trechos de obras, que você já leu ou ouviu falar, com as suas respectivas capas, ou seja, os seus respectivos livros.

Quer ver melhor como isso funciona? É só acessar o site da Nova Escola.

12 de set. de 2012

Livros para uma vida

A equipe do site "Educar para Crescer", junto com 18 educadores, elaboraram uma lista de livros para serem lidos da Educação Infantil ao Ensino Médio.

A 'biblioteca' vai dos 2 aos 18 anos e traz referência de um livro por mês, totalizando 204 títulos. Assim, tem-se uma boa formação e chega-se com ótimas referências à vida vida adulta!

Para conferir os títulos, clique aqui.

Boa leitura!

31 de ago. de 2012

Skoob: rede social de livros


Skoob é uma rede social colaborativa brasileira para leitores, lançada em janeiro de 2009 pelo desenvolvedor Lindenberg Moreira.  Sem publicidade, o site cresceu com propaganda boca a boca e se tornou um ponto de encontro para leitores e novos escritores, que trocam sugestões de leitura e organizam reuniões em livrarias. Atualmente permite interatividade com outras redes sociais, como o Twitter e o Facebook, bem como com lojas de comércio eletrônico, por exemplo: Saraiva, Americanas.com e Submarino.
 Seu nome significa Books ("livros", em inglês) ao contrário. Através de cadastro se recebe um perfil no sistema e é possível listar o que você está lendo, o que já leu, o que pretende ler, o que está relendo e quais leituras foram abandonadas, formando assim uma "estante" virtual. Títulos ainda ausentes no banco de dados podem ser adicionados pelos próprios usuários que também podem compartilhar suas opiniões sobre as obras através de avaliações e resenhas. Em 27 de Janeiro de 2012, foi divulgada uma pesquisa que aponta que o Skoob tem mais de 420.000 usuários.

27 de ago. de 2012

Morre o primeiro homem a pisar na lua


Neil Armstrong morreu no sábado, aos 82 anos, vítima de complicações após uma cirurgia cardíaca realizada no início de agosto para desobstruir as artérias coronárias. Lembrado como "um herói americano", sua família destacou que Armstrong "serviu a Nação com orgulho, como piloto da Marinha, piloto de provas e astronauta".

10 de ago. de 2012


É hoje!


Já foi o tempo em que na escola os professores só ensinavam as disciplinas básicas. Cada vez mais, diferentes formas de interação entre os alunos vêm se tornando uma ferramenta indispensável no aprendizado. O incentivo para o desenvolvimento de atividades culturais e esportivas tem gerado resultados positivos no ambiente escolar e revelado grandes talentos que já começam a ser lapidados desde as séries iniciais. Pensando nisso, a Escola Barão do Rio Branco promove todos os anos um momento de descontração entre os estudantes, a Noite de Talentos. A 3ª edição do evento será nesta sexta-feira (10/08), no Auditório (Bloco B) da escola, às 19h30min.

3 de ago. de 2012

Branca de Neve e o Caçador: filme e livro

Em Branca de Neve e o Caçador tem início uma nova visão de tirar o fôlego da lendária história.
Kristen Stewart interpreta a única pessoa na terra mais bonita do que a malvada Rainha Ravenna (Charlize Theron), que está decidida a destruí-la. Porém, o que a tirana má nunca imaginou é que a jovem que ameaça seu reinado vem treinando a arte da guerra com o caçador (Chris Hemsworth) que foi enviado para capturá-la. Sam Claflin se une ao elenco de estrelas internacionais do filme como William, o jovem duque que há muito tempo é encantado pela rebeldia e inata pureza de Branca de Neve. Em sua missão, ele tem ajuda dos anões que acompanham Branca de Neve e o Caçador em sua fantástica jornada.
O filme épico de ação e aventura foi trazido para as telas por Joe Roth, o produtor do bilionário sucesso de bilheterias Alice no País das Maravilhas, pelo produtor Sam Mercer (O Sexto Sentido) e, em sua estreia em filmes de longa metragem, o aclamado diretor de comerciais e visualista de última geração, Rupert Sanders.





Autores: Lily Blake, Evan Daugherty, John Lee Hancock, Hossein Amini
Ficção - Romance

Há dez anos, a vingativa Rainha Ravenna assassinou o rei na mesma noite em que se casara com ele. No entanto, dominar o reino tornou-se um sofrimento para a Rainha.
Para salvar seus poderes, ela deve devorar um coração puro. E Branca de Neve é a única pessoa com esse coração. A fim de capturá-la, Ravenna recorre ao Caçador, o único homem que já se aventurou pela Floresta Sombria e sobreviveu.
Branca de Neve será morte pelo Caçador? Ou será treinada por ele e se tornará a melhor guerreira que o reino já conheceu?

Para saber isso e muito mais, retire o seu exemplar na Biblioteca Escolar e ótima leitura!

25 de jul. de 2012

Volta às aulas na biblioteca. Esperamos por você!

Desejamos a todos um semestre cheio de livros, leitura e conhecimento!
 


Leia sempre...

Leia para e com seus amigos, pais, filhos e netos porque o importante é ler sempre!

Ler
É o melhor remédio.
Leia jornal
Leia outdoor
Leia letreiros da estação de trem
Leia os preços do supermercado
Leia alguém.

Ler
É a maior comédia.
Leia etiquetas jeans
Leia história em quadrinhos
Leia a continha do bar
Leia a bula de remédio
Leia a página do ano passado
Perdida no canto da pia
Enrolando chuchus.

(...)
Leia a vida.
Leia os olhos, leia as mãos,
os lábios e os desejos das pessoas.
Leia a interação
Que ocorreu ou não
Entre física, geografia, informática,
Trabalho, miséria e chateação.

Leia as possibilidades.
Leia ainda mais as esperanças.
Leia o que der na telha
Mas leia
E as idéias virão.

(Luis Fernando Veríssimo)

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