18 de mar. de 2011
Sarau Literário
Sarau Literário
8 de mar. de 2011
ACERVO DIGITAL DA REVISTA VEJA
A Revista Veja ganhou a sua versão online e teve uma iniciativa pioneira de liberar o acesso ao seu acervo para o público em geral. Para quem não entendeu, agora você pode ler todo o acervo da revista Veja, ao longo dos seus 40 anos de publicações, sem gastar nada e sem necessitar de um provedor de conteúdo.
O acervo digital
A revista segue a tendência do mercado com a abertura de conteúdo, seguindo a Life Magazine que abriu o seu acervo fotográfico a público, e a passagem para versões digitais, como a PC Magazine que ao parar sua versão impressa seguiu somente com a versão online.
Confira!!!
6 de mar. de 2011
| 2011 - AN0 INTERNACIONAL DAS FLORESTAS
|
| A Assembléia Geral da ONU - Organização das Nações Unidas, adotou a Resolução A / RES / 61/ 93 em 20 de dezembro, declarando o ano de 2011 como o Ano Internacional das Florestas. Atividades em apoio ao ano internacional terão como foco, a promoção do manejo sustentável, a conservação e desenvolvimento das florestas em todo o mundo e a conscientização do papel decisivo que as florestas desempenham no desenvolvimento global sustentável. O Ano Internacional das Florestas auxiliará a mobilização da comunidade mundial a se juntar e trabalhar com governo, organizações internacionais e grupos para assegurar que as florestas sejam manejadas de modo sustentável para as gerações atual e futuras. A Secretaria do UNFF - Fórum de Florestas das Nações Unidas, será o ponto focal para a implementação do Ano Internacional das Florestas. (Fonte: UNFF - Rede SBS dia a dia 06/02/2007) |
4 de mar. de 2011
1 de dez. de 2010
24 de nov. de 2010
5 de nov. de 2010
21 de out. de 2010
15 de out. de 2010
6 de out. de 2010
Por esse motivo, a Biblioteca Dr. Hermann Blumenau propõe o "Dia da Leitura na Escola", a saber:
30 de set. de 2010
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.
Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.
Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha: [...] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.
Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.
Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem. Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.
Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável.
A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina
Professora de Língua Portuguesa e Redação
15 de set. de 2010
25 de ago. de 2010
Profª Valquíria na 21ª Bienal Internacional do Livro
17 de ago. de 2010
Ditados populares que a gente fala errado (e às vezes nem entende o sentido)... na pressa, as pessoas foram comendo as palavras, pronunciando errado.
Prof. Pasquale Cipro Neto
1) No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro' (coisa de mineiro) . Correto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'
2) Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.' Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'
3) Cor de burro quando foge.' O correto é: 'Corro de burro quando foge!'
4) Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.' O correto é: Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar). Outro que todo mundo diz errado,
5) Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara, Itália, onde se considera haver o mais perfeito mármore)
6) Mais um famoso... 'Quem não tem cão, caça com gato.' O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato'... ou seja, sozinho!
4 de ago. de 2010
Leia sempre...
Ler
É o melhor remédio.
Leia jornal
Leia outdoor
Leia letreiros da estação de trem
Leia os preços do supermercado
Leia alguém.
Ler
É a maior comédia.
Leia etiquetas jeans
Leia história em quadrinhos
Leia a continha do bar
Leia a bula de remédio
Leia a página do ano passado
Perdida no canto da pia
Enrolando chuchus.
(...)
Leia a vida.
Leia os olhos, leia as mãos,
os lábios e os desejos das pessoas.
Leia a interação
Que ocorreu ou não
Entre física, geografia, informática,
Trabalho, miséria e chateação.
Leia as possibilidades.
Leia ainda mais as esperanças.
Leia o que der na telha
Mas leia
E as idéias virão.
(Luis Fernando Veríssimo)
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